Manchester United x Chelsea - Jogo da volta pela UEFA Champions League 10/11
RED DEVILS DERRUBAM CHELSEA ( E, TALVEZ, ANCELOTTI)
No confronto entre as maiores forças do futebol inglês dos últimos anos, o equilíbrio imperou desde o início. O Chelsea necessitava da vitória por 1 a 0 para levar a decisão para os pênaltis ou qualquer outro resultado de vitória para avançar às semi finais devido à derrota por 0 a 1 sofrida no jogo de ida, em Londres, válido pelas quartas de final do torneio.
Carlo Ancelotti, manager dos Blues, apostou mais uma vez no maior investimento do dono do time, Roman Abramovich, na temporada e escalou o espanhol Fernando Torres, que vive fase terrível e ainda não marcou um gol sequer pela equipe londrina. Deixando o habitual centroavante titular, Didier Drogba, no banco de reservas.
O JOGO
Jogando com o regulamento "de baixo do braço", o time de Sir Alex Ferguson começou a partida estudando o adversário, porém o Chelsea precisava vencer e saiu para o ataque. Os homens de Ancelotti dominaram a disputa até quase os 35 min, tiveram três oportunidades de marcar com Anelka, depois de bola ajeitada por Torres, outra com o meia Lampard, após boa jogada individual de Malouda pela esquerda de ataque e com o francês Anelka, novamente, em chute da entrada da área que passou rente ao ângulo direito de Van der Sar. Anelka, pela direita e Malouda, pela esquerda, confundiam o sistema defensivo do adversário porque não ficavam jogando abertos o tempo todo. Em vários momentos, fechavam pelo meio e atuavam como armadores ajudando Lampard.
A partir dos 35 min, o Manchester United conseguiu acertar a marcação e começou a tomar as rédeas do confronto. Passou a pressionar e a roubar bolas no setor ofensivo. Com essa pressão, logo chegou ao gol que abriu o placar. O fenômeno Giggs fez boa tabela com Park e cruzou a bola para Chicharito Hernandez, que marcou quase em baixo da trave. E a primeira etapa acabou com domínio dos donos da casa.
No segundo tempo, os Blues vieram ainda mais para cima dos Diabos Vermelhos. Voltaram com tanta vontade, que logo no início, o brasileiro Ramires fez uma falta no campo de ataque e acabou expulso por ter levado o segundo cartão amarelo. Pouco tempo depois, Ancelotti resolver por Drogba em campo.
O atacante entrou no lugar do questionado atacante Fernando "El Niño" Torres. Na primeira bola que recebeu em boas condições o centroavante marfinense igualou o placar. Drogba recebeu belo passe de Essien, matou no peito e virou para fuzilar a bola para o fundo do gol do United. 1 a 1.
A apartir daí, todos esperavam que a pressão do Chelsea em busca da virada fosse acontecer, mas logo na sequência, um minuto depois, o galês Ryan Giggs recebeu a bola de Rooney quase na meia-lua da área do adversário e achou Park entrando pelo lado esquerdo. O sul-coreano recebeu e chutou forte, de canhota, no canto esquerdo de Cech. Manchester 2 a 1.
O time londrino ainda brigou até fim da partida para tentar a virada que lhe daria a classificação, porém o Manchester United conseguiu neutralizar os jogadas ofensivas do rival e só esperou o apito final.
Os vermelhos de Manchester pegam agora o vencedor do confronto Schalke 04 x Internazionale, nas semifinais da Champions League.
Aqui você pode ver os gols da partida: http://espn.estadao.com.br/championsleague/noticia/185924_VIDEO+UNITED+VOLTA+A+FRUSTRAR+SONHO+DO+CHELSEA+E+AVANCA+AS+SEMIS+DA+CHAMPIONS#video
Caro leitor, aqui você encontrará todo tipo de análise, informação e opinião FUTEBOLÍSTICA sobre diversos clubes, jogadores e pessoas ligadas ao esporte, além de jogos nacionais e internacionais. Aproveite e deixe seu comentário.
14/04/2011
11/03/2011
Fabuloso está de volta (de onde vem a grana?) e Kleber pede desculpa
Crédito da foto: Site oficial SPFC
O centroavante titular da seleção brasileira na última copa, Luis Fabiano, 30 anos, foi recontratado pelo São Paulo F.C. O acordo foi divulgado oficialmente pelo presidente do tricolor paulista, Juvenal Juvêncio e o contrato terá duração de 4 anos. O time do Morumbi pagará ao Sevilla cerca de 7,6 milhoes de euros que serão divididos em quatro anos. O clube diz que parte do dinheiro virá de novos programas sócio-torcedor que o clube deve lançar em breve. Me parece meio estranho que consiga desembolsar tanta grana assim e não me espantarei se, mais adiante, ficar claro que alguma porcentagem dos direitos federativos de algumas jovens promessas foi incluída no negócio.
Trata-se de uma ótima contratação e, provavelmente, o clube terá de se livrar de um de seus atacantes, pois já conta com Dagoberto, Fernandinho, Wilian José, Lucas Gaúcho, Henrique e Fernandão, este último deve o escolhido pela diretoria. Especulações sugerem que será liberado para atuar no rival Palmeiras, que vem procurando um atacante de área como Fernandão, há um bom tempo.
Não sei em que condições fisícas Fabuloso chega. Porém, quando (se precisar) entrar em forma, ele se encaixará como uma luva no veloz ataque são paulino. É ótimo para o futebol brasileiro que jogadores como ele voltem para o país. Tem velocidade, muita força e ótima capacidade de finalização. Um matador. A apresentação do atacante está marcada para o dia 30 de março.
Pelo São Paulo, Luis Fabiano já atuou em 160 jogos e fez 119 gols. Como divulgou na última semana, ele queria voltar ao tricolor para se tornar um dos maiores artilheiros da história do time, já é o 12º na história. Boa sorte.
Gladiador volta atrás
Me parece que Kleber tenha sido instruído por seu empresário Pepe Dioguardi a atacar Felipão, via Twitter, nesta sexta-feira. Os comentários do empresário em sua página, no mesmo Twitter, comprovam. "Toda vez, que o Gladiador, for citado ou criticado, por alguem do clube, publicamente, a resposta virá da mesma maneira. Sempre será assim.", cravou Dioguardi. Kleber foi mal.
Ao final da tarde de hoje, a assessoria de imprensa palmeirense divulgou um video no qual o "Gladiador"se desculpa pela maneira como se posicionou contra Felipão. Veja aqui: http://www.palmeiras.com.br/noticias/2011/03/11/17h26-id4449-depoimento+do+kleber+exclusivo+para+o+torcedor+palmeirense.shtml
Do outro lado da moeda, o técnico palmeirense esbanjou categoria ao por panos quentes na situação constrangedora em que se encontrava. Felipão foi bem.
10/03/2011
Ótimo texto de Tim Vickery, inglês que vive no Brasil
De autoria de Tim Vickery, correspondente da BBC no Brasil:
PONTOS CORRIDOS ASSIM É UMA PIADA
Quando deixei a Inglaterra para tentar a sorte no Brasil, em 1994, o futebol da minha terra nativa gerava pouco interesse por aqui. Passava na TV o jogo de segunda-feira, normalmente com times menores, e assisti-lo era considerada a maior prova imaginável de amor ao futebol.
As coisas mudam, culturas se transformam, o mundo evolui. Dezessete anos mais tarde, a Premier League é referência do sucesso, o grande sonho de consumo de todas as emissoras aqui que transmitem futebol internacional. Claro, diferenças existem. O Brasil não pode e nem deve imitar todos os aspectos do sucesso inglês. Mas, em linhas gerais, há alguns conceitos do outro lado do Atlântico que podem ser úteis nesse momento fascinante que vive o futebol brasileiro.
O primeiro é o valor de uma negociação coletiva dos direitos de transmissão. Basta comparar a Inglaterra com a Espanha. O Real Madrid e o Barcelona ganham fortunas vendendo individualmente – os outros clubes nem tanto. O desequilíbrio é enorme, e o campeonato perde. Antes da temporada atual, na janela de transferências, os clubes espanhóis venderam mais do que compraram. O grande comprador foi o futebol inglês, onde, com mais dinheiro da televisão, até os times menores foram capazes de adicionar qualidade aos seus elencos.
Claro, o Brasil não é a Espanha. Vender os direitos individualmente aqui não representa exatamente o mesmo perigo, por causa do tamanho do país e da quantidade de clubes grandes. Mas há um assunto mais importante do que a venda dos direitos, mais fundamental para o futuro do futebol brasileiro, onde a união dos clubes é essencial – e, neste caso, o exemplo que vem da Inglaterra é perfeito.
Um voto por cada clube, 92 clubes profissionais, e o peso de um Workington Town é igual àquele do Manchester United. Aí, o futebol inglês vivia uma ditadura dos pequenos, com uma divisão de renda entre os 92. Tratava-se de uma estrutura inadequada para os interesses dos clubes que investiam mais e atraíram mais interesse do público. Resultado: em 1992 veio o ponto de partida do sucesso atual. A Primeira Divisão caiu fora para criar a sua própria estrutura – exatamente o desenvolvimento que o futebol brasileiro está precisando agora.
No Brasil, a ditadura dos pequenos é mais nociva ainda. Quem controla os pequenos controla as federações, e quem controla as federações controla a CBF e o calendário. Consequência: os grandes clubes passam meses no início do ano desperdiçando seu tempo e seus recursos jogando contra times sem torcida em campeonatos estaduais que já foram necessários, mas que deixaram de ser há um tempão.
O pior é que os Estaduais matam o início da atração principal, o Brasileirão. Um campeonato de pontos corridos tem que ter uma pausa antes – aí que cresce a magia do torcedor (“este vai ser nosso ano!”). É desta forma que o jogo ganha o poder de um grande evento. A primeira rodada deve ser a maior festa do futebol. Mas o futebol brasileiro adotou os pontos corridos em uma maneira que joga fora a grande vantagem do formato. A bola começa a rolar sem magia nem mistério. O Estadual acabou de terminar. O torcedor já está bem ciente dos defeitos do seu time – que, além do mais, pode ser cheio de reservas na primeira rodada, os jogadores-chave guardados para a fase decisiva da Libertadores ou da Copa do Brasil.
Fazer pontos corridos assim é uma piada de mau gosto, uma aula de incompetência organizacional – causada pela existência dos Estaduais. A estrutura do poder do futebol brasileiro não vai acabar com os Estaduais – seria que nem um peru votando a favor do Natal. Portanto, como aconteceu na Inglaterra, os grandes clubes têm que ter a união para criar uma nova estrutura.
Brigar sobre quem foi o campeão de 1987 é o de menos. O futuro está em jogo.
PONTOS CORRIDOS ASSIM É UMA PIADA
Quando deixei a Inglaterra para tentar a sorte no Brasil, em 1994, o futebol da minha terra nativa gerava pouco interesse por aqui. Passava na TV o jogo de segunda-feira, normalmente com times menores, e assisti-lo era considerada a maior prova imaginável de amor ao futebol.
As coisas mudam, culturas se transformam, o mundo evolui. Dezessete anos mais tarde, a Premier League é referência do sucesso, o grande sonho de consumo de todas as emissoras aqui que transmitem futebol internacional. Claro, diferenças existem. O Brasil não pode e nem deve imitar todos os aspectos do sucesso inglês. Mas, em linhas gerais, há alguns conceitos do outro lado do Atlântico que podem ser úteis nesse momento fascinante que vive o futebol brasileiro.
O primeiro é o valor de uma negociação coletiva dos direitos de transmissão. Basta comparar a Inglaterra com a Espanha. O Real Madrid e o Barcelona ganham fortunas vendendo individualmente – os outros clubes nem tanto. O desequilíbrio é enorme, e o campeonato perde. Antes da temporada atual, na janela de transferências, os clubes espanhóis venderam mais do que compraram. O grande comprador foi o futebol inglês, onde, com mais dinheiro da televisão, até os times menores foram capazes de adicionar qualidade aos seus elencos.
Claro, o Brasil não é a Espanha. Vender os direitos individualmente aqui não representa exatamente o mesmo perigo, por causa do tamanho do país e da quantidade de clubes grandes. Mas há um assunto mais importante do que a venda dos direitos, mais fundamental para o futuro do futebol brasileiro, onde a união dos clubes é essencial – e, neste caso, o exemplo que vem da Inglaterra é perfeito.
Um voto por cada clube, 92 clubes profissionais, e o peso de um Workington Town é igual àquele do Manchester United. Aí, o futebol inglês vivia uma ditadura dos pequenos, com uma divisão de renda entre os 92. Tratava-se de uma estrutura inadequada para os interesses dos clubes que investiam mais e atraíram mais interesse do público. Resultado: em 1992 veio o ponto de partida do sucesso atual. A Primeira Divisão caiu fora para criar a sua própria estrutura – exatamente o desenvolvimento que o futebol brasileiro está precisando agora.
No Brasil, a ditadura dos pequenos é mais nociva ainda. Quem controla os pequenos controla as federações, e quem controla as federações controla a CBF e o calendário. Consequência: os grandes clubes passam meses no início do ano desperdiçando seu tempo e seus recursos jogando contra times sem torcida em campeonatos estaduais que já foram necessários, mas que deixaram de ser há um tempão.
O pior é que os Estaduais matam o início da atração principal, o Brasileirão. Um campeonato de pontos corridos tem que ter uma pausa antes – aí que cresce a magia do torcedor (“este vai ser nosso ano!”). É desta forma que o jogo ganha o poder de um grande evento. A primeira rodada deve ser a maior festa do futebol. Mas o futebol brasileiro adotou os pontos corridos em uma maneira que joga fora a grande vantagem do formato. A bola começa a rolar sem magia nem mistério. O Estadual acabou de terminar. O torcedor já está bem ciente dos defeitos do seu time – que, além do mais, pode ser cheio de reservas na primeira rodada, os jogadores-chave guardados para a fase decisiva da Libertadores ou da Copa do Brasil.
Fazer pontos corridos assim é uma piada de mau gosto, uma aula de incompetência organizacional – causada pela existência dos Estaduais. A estrutura do poder do futebol brasileiro não vai acabar com os Estaduais – seria que nem um peru votando a favor do Natal. Portanto, como aconteceu na Inglaterra, os grandes clubes têm que ter a união para criar uma nova estrutura.
Brigar sobre quem foi o campeão de 1987 é o de menos. O futuro está em jogo.
18/02/2011
Cigarro e futebol
Mais uma vez, a polêmica está instalada no mundo do futebol. Novamente, como nas últimas semanas, os personagens são Ronaldo e Roberto Carlos. O fato é que foram divulgadas fotos dos dois fumando em festa particular que Ronaldo deu em sua casa, para comemorar/homenagear a vitória do lutador Anderson Silva sobre Vitor Belfort na última edição do UFC (torneio de vale-tudo).
No twitter, muita gente criticou e outras muitas defenderam os craques, entre eles jornalistas. Muitos disseram que era errado, pois eles são personagens super conhecidos no mundo todo e que estavam dando mau exemplo.
Porém, a festa na qual foram flagrados era particular, não era aberta para a imprensa. E portanto, as únicas pessoas que poderiam ver aquela cena e talvez serem influenciados eram os próprios convidados. As imagens foram captadas por um paparazzi que subiu no muro da residência e as registrou.
No twitter, Ronaldo manifestou sua indignação: "sempre respeitei aos fotografos e sempre tentei ajudar ! so que dessa vez passaram do limite ! subir no muro e tirar foto dentro de casa..." e " tomarei as medidas legais...", declarou o fenômeno. Roberto Carlos ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Todos temos direito a ter uma vida particular. No meu entender, invasão de privacidade não é jornalismo. É sim sensacionalismo barato.
No twitter, muita gente criticou e outras muitas defenderam os craques, entre eles jornalistas. Muitos disseram que era errado, pois eles são personagens super conhecidos no mundo todo e que estavam dando mau exemplo.
Porém, a festa na qual foram flagrados era particular, não era aberta para a imprensa. E portanto, as únicas pessoas que poderiam ver aquela cena e talvez serem influenciados eram os próprios convidados. As imagens foram captadas por um paparazzi que subiu no muro da residência e as registrou.
No twitter, Ronaldo manifestou sua indignação: "sempre respeitei aos fotografos e sempre tentei ajudar ! so que dessa vez passaram do limite ! subir no muro e tirar foto dentro de casa..." e " tomarei as medidas legais...", declarou o fenômeno. Roberto Carlos ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Fotos: José Mariano / AE
Ronaldo nunca foi flagrado fumando em sua vida pública, pelo contrário, sempre evitou ser fotografado bebendo e fumando. Nas vezes em que isto aconteceu foram em momentos particulares. Ronaldo e Roberto Carlos sempre foram bons exemplos dentro e fora dos campos como pessoas públicas, o que fazem ou deixam de fazer no âmbito particular é problema deles. Todos temos direito a ter uma vida particular. No meu entender, invasão de privacidade não é jornalismo. É sim sensacionalismo barato.
16/02/2011
O futebol mais bonito da Europa

É hoje. À partir das 17h45 (na tv, BAND ,ESPN, ESPN HD e na internet ESPN 360º, GLOBOESPORTE.COM) acontece o que promete ser o jogo mais bem jogado das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa 2010/11. Arsenal e Barcelona se enfrentam no Emirates Stadium em Londres.
O prognóstico acima provem do estilo de jogo de toque de bola, belos lances individuais e jogadas bem trabalhadas que são muito parecidos nas duas equipes. A diferença está nas peças que cada treinador têm a sua disposição para montar suas equipes.
Na equipe espanhola, destacam-se os últimos três finalistas do prêmio de melhor jogador da FIFA, Xavi, Iniesta e o eleito na ocasião, Messi. Além de ótimos "coadjuvantes", o Barça tem, talvez, a melhor categoria de base européia. Sete jogadores formados no clube são titulares e vários outros compõem o banco de reservas.
Pelo lado dos Gunners (apelido do time inglês) destaca-se o trio anglo-hispânico-holandês com Walcott, Fábregas e Van Persie. O espanhol vem se destacando ano após ano, joga muito. O holandês Van Persie é um bom atacante porém se destaca também pelo número de contusões que o prejudica. Nesta temporada parece ser mais regular pelo fato de não ter tido nenhuma contusão mais grave. Já o inglês Theo Walcott faz uma boa temporada e está bem mais maduro que nos anos anteriores. Os londrinos apostam em sua rapidez e habilidade pelo lado direito do ataque.
Na verdade, o grande jogador do Arsenal na temporada é o francês Nasri. No entanto, acaba de se recuperar de uma contusão e não tem escalação garantida. Provável que fique no banco de reservas e entre no decorrer da partida.
O grande desfalque da partida é o experiente capitão da equipe catalã Puyol, que fica de fora machucado.
São as duas equipes que mais gosto de ver jogando nos últimos anos no futebol europeu e acredito que, como nas edições anteriores, o Barcelona deve levar vantagem e passar às quartas de final. Porém no futebol, diferentemente de outros esportes, é grande a possibilidade de haver surpresas e só saberemos se o Barça avança mesmo depois que o árbitro apitar o final de jogo na partida de volta, na Catalunha, que está marcada para o dia 8 de março no Camp Nou.
O prognóstico acima provem do estilo de jogo de toque de bola, belos lances individuais e jogadas bem trabalhadas que são muito parecidos nas duas equipes. A diferença está nas peças que cada treinador têm a sua disposição para montar suas equipes.
Na equipe espanhola, destacam-se os últimos três finalistas do prêmio de melhor jogador da FIFA, Xavi, Iniesta e o eleito na ocasião, Messi. Além de ótimos "coadjuvantes", o Barça tem, talvez, a melhor categoria de base européia. Sete jogadores formados no clube são titulares e vários outros compõem o banco de reservas.
Pelo lado dos Gunners (apelido do time inglês) destaca-se o trio anglo-hispânico-holandês com Walcott, Fábregas e Van Persie. O espanhol vem se destacando ano após ano, joga muito. O holandês Van Persie é um bom atacante porém se destaca também pelo número de contusões que o prejudica. Nesta temporada parece ser mais regular pelo fato de não ter tido nenhuma contusão mais grave. Já o inglês Theo Walcott faz uma boa temporada e está bem mais maduro que nos anos anteriores. Os londrinos apostam em sua rapidez e habilidade pelo lado direito do ataque.
Na verdade, o grande jogador do Arsenal na temporada é o francês Nasri. No entanto, acaba de se recuperar de uma contusão e não tem escalação garantida. Provável que fique no banco de reservas e entre no decorrer da partida.
O grande desfalque da partida é o experiente capitão da equipe catalã Puyol, que fica de fora machucado.
São as duas equipes que mais gosto de ver jogando nos últimos anos no futebol europeu e acredito que, como nas edições anteriores, o Barcelona deve levar vantagem e passar às quartas de final. Porém no futebol, diferentemente de outros esportes, é grande a possibilidade de haver surpresas e só saberemos se o Barça avança mesmo depois que o árbitro apitar o final de jogo na partida de volta, na Catalunha, que está marcada para o dia 8 de março no Camp Nou.
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